DUIMP em operação: o que diferencia quem executa bem de quem assume riscos
2 de fevereiro de 2026

DUIMP em operação: o que diferencia quem executa bem de quem assume riscos

Man with glasses using a tablet in a high-tech control room; a woman works at a computer in the background.
A Declaração Única de Importação (DUIMP) é hoje o principal instrumento do NPI (Novo Processo de Importação), integrando, em um único fluxo, informações fiscais, administrativas e logísticas do processo de importação. Em operação no comércio exterior desde outubro de 2024, a DUIMP vem sendo implementada pela Receita Federal e pela SECEX (Secretaria de Comércio Exterior) em cenários de uso obrigatório. Essa implementação consolida avanços relevantes em digitalização, padronização de dados e redução de etapas manuais. Mais do que um novo instrumento declaratório, a DUIMP redefine a forma como as operações de importação são estruturadas, especialmente em ambientes de maior escala e complexidade.

Na prática, essa estrutura já faz parte da rotina de quem atua no comércio exterior. Seu 
impacto vai além do aspecto declaratório, exigindo integração entre áreas, qualidade de dados e um nível mais elevado de maturidade operacional. O diferencial não está apenas na adoção do modelo, mas na forma como ele é executado no dia a dia.

Quando o rigor operacional se torna diferencial competitivo

Um dos principais pontos de atenção está no Catálogo de Produtos da DUIMP, base sobre a qual se consolida a estrutura técnica e fiscal da operação, reunindo informações que impactam diretamente a classificação, os tributos, as licenças e os tratamentos administrativos. Quando essa base apresenta inconsistências ou lacunas, o efeito é imediato: retrabalho, atrasos no desembaraço e aumento do risco operacional, especialmente em operações recorrentes e de grande volume.

Quando bem estruturado, o catálogo deixa de ser apenas um requisito técnico e passa a atuar como um ativo estratégico para a importaçãoNa prática, a DUIMP altera o fluxo da importação ao antecipar análises, exigir dados mais precisos desde a origem e reduzir margens para correções tardias. Isso faz com 
que áreas como fiscal, operações, tecnologia e compliance passem a atuar de forma ainda mais integrada.

Empresas com processos fragmentados tendem a sentir os impactos primeiro, enquanto operações bem estruturadas ganham eficiência, rastreabilidade, redução de retrabalho e maior governança.

O NPI (Novo Processo de Importação) também se conecta de forma direta às cadeias 
de suprimentos. A padronização de dados, a capacidade de planejamento dos fluxos e a integração sistêmica permitem decisões mais precisas sobre prazos, estoques e logística internacional. Em um ambiente de alta volatilidade global, essa previsibilidade deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.

A Sertrading como referência na adaptação ao novo modelo aduaneiro

Na Sertrading, atuamos como trading líder em importação, apoiando empresas do comércio atacadista e no comércio exterior na adaptação ao NPI de forma
estruturada e consultiva. Nossa atuação vai além da conformidade: envolve a organização do catálogo de produtos, a revisão de fluxos operacionais, a integração com ERPs, a leitura contínua da regulamentação e o alinhamento da operação às exigências reais das cadeias de suprimentos.

Essa abordagem nos permite transformar a mudança regulatória em eficiência operacional, assegurando controle dos fluxos, segurança e desempenho para
operações de importação em escala.

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