Dados e tecnologia redefinem a gestão das operações de comércio exterior
Em 2025, as importações brasileiras bateram recorde histórico, movimentando US$ 280,4 bilhões. Por trás desses números, cresce um desafio relevante: gerir operações cada vez mais complexas com eficiência e previsibilidade.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), operações realizadas por DUIMP já registram redução média de 19 horas na permanência da carga em zona portuária em comparação com a DI. O dado evidencia uma transformação mais ampla no comércio exterior, em que processos antes controlados por planilhas e e-mails descentralizados passam a dar lugar a plataformas capazes de reunir informações em tempo real e ampliar a inteligência operacional.
Esse cenário acompanha um movimento global. Segundo relatório da KPMG publicado em fevereiro de 2026, o uso de análises avançadas de dados, automação e visibilidade em tempo real está entre as principais prioridades das lideranças de supply chain. Em um ambiente marcado por mudanças regulatórias contínuas e pela transição para modelos como a DUIMP, integrar dados operacionais, financeiros e logísticos deixa de ser uma vantagem e passa a ser uma exigência competitiva.
É nesse contexto que plataformas integradas ganham relevância. Esse movimento também se reflete em soluções desenvolvidas para ampliar a visibilidade e a integração das operações. Na Sertrading, essa visão se materializa no Vista, plataforma desenvolvida para centralizar pedidos, embarques, documentos, custos e indicadores em um único ambiente. Mais do que acompanhar processos, a proposta é transformar informações dispersas em inteligência para decisões mais rápidas e estratégicas.
Em um cenário em que velocidade, conformidade e previsibilidade caminham juntas, a competitividade já não depende apenas da capacidade de importar. Cada vez mais, ela está relacionada à capacidade de transformar dados em inteligência para interpretar cenários, antecipar riscos e tomar decisões com mais precisão ao longo de toda a cadeia de comércio exterior.
Fontes:
MDIC/Secex (janeiro 2026);
KPMG Brasil — Tendências que transformarão o supply chain em 2026 (fevereiro 2026).








