Mais autonomia para conectar equipes, negócios e destinos com menos escalas e maior flexibilidade operacional.

O avanço da aviação executiva no Brasil atesta uma transformação na forma como empresas avaliam seus deslocamentos. Além da velocidade e do conforto, passam a considerar fatores como tempo total de viagem, número de conexões, proximidade entre aeroporto e destino, alcance, disponibilidade operacional e capacidade de transportar equipes.
A aviação de negócios no Brasil registrou crescimento de 33% na movimentação de aeronaves, considerando pousos e decolagens, no primeiro semestre de 2026, segundo dados apresentados pela Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), na Labace 2026, realizada em agosto, em São Paulo.
No Agronegócio, por exemplo, a mobilidade executiva não significa apenas chegar ao campo. Significa conectar, em poucas horas, os diferentes pontos de uma cadeia que pode se estender por milhares de quilômetros, da propriedade rural ao escritório corporativo, da unidade industrial ao centro financeiro e aos mercados internacionais.
Nos últimos 3 anos, o Brasil incorporou em média 650 aeronaves por ano à aviação executiva. Entre as categorias, os jatos executivos apresentaram o maior crescimento no primeiro semestre de 2026, com alta de 12,5%. No segmento de jatos executivos médios, destaca-se o Cessna Citation Latitude, pelo equilíbrio entre autonomia, capacidade de cabine, desempenho e requisitos de pista.
Neste contexto, a aviação brasileira se fortalece, cresce rapidamente e movimenta um mercado cada vez maior, com uma frota de aproximadamente 1,2 mil jatos executivos, a segunda maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Primeiro Citation Latitude com matrícula brasileira
Em fevereiro de 2026, a Sertrading concluiu a importação da primeira aeronave Cessna Citation Latitude a receber matrícula brasileira.
Além da logística internacional da aeronave, uma importação desse porte envolve planejamento tributário e regulatório, documentação, coordenação entre diferentes agentes, nacionalização e cumprimento das exigências específicas do setor aeronáutico.
A operação reforça uma área de atuação na qual a Sertrading combina conhecimento de comércio exterior com as particularidades da aviação executiva, realizando importações de aeronaves novas e seminovas para pessoas físicas e jurídicas.
Fontes: ABAG – Associação Brasileira de Aviação Geral, Textron Aviation Media Center.







